Prisão

Sem ser condenada,
Sequer ser julgada,
À prisão fui condenada,
E nela estou confinada.

Dias, meses, se passam,
As estações se revezam.
Para mim, as coisas não mudam;
Pelo contrário, só pioram.

Ao ver, lá fora, os pássaros a voar,
Lágrimas inundam meu olhar.
Meu coração começa a apertar
E eu desato a chorar.

Pessoas vêm, pessoas vão,
E eu permaneço na solidão.
Uns sobrevivem, outros não,
E a mim, só resta a depressão.

Qual terá sido minha maldade,
Para me ser negada a liberdade?
Pesadelo, que é realidade,
Onde o sorriso se torna raridade.

Ao compasso do meu fraco coração,
Suportando a fria solidão,
Tenho esperanças de que, mesmo sem previsão,
Eu possa me libertar desta prisão.

Poeminhas insanos de Gintama – I: Trio Yorozuya

[Sakata Gintoki]

Um parfait de chocolate vocês podem mandar?
É uma parte da dose diária de açúcar pra me alimentar.
Ler uma Jump é mil vezes melhor
Que ficar nos campos de batalha matando inimigos sem dó.

Faço um pouco de tudo, e de tudo um pouco,
Do serviço mais sério até o mais louco.
O que importa é o dinheiro do aluguel,
Pra pagar uma velha prestes a ir ao beleléu.

[Shimura Shinpachi]

DONDAKEEEEEEEEEEEEEE!!!!!
Vocês estão fazendo o quê?!
Será que minha sina será essa toda vez,
De corrigir as mancadas de vocês?!

Parece que aqui sou o único sensato;
Mesmo não sendo notado, isso é fato.
E não, minha alma não está nas lentes,
Será que isso não entra em suas mentes?!

[Kagura]

Mascando mais uma tirinha de sukonbu,
Passeio com meu querido Sadaharu.
Eu gosto de viver assim,
Com amigos que são como uma família pra mim.

Não quero ser como outros da minha raça,
Acabando uns com os outros em matança.
Só quero ser o que sou -aru,
E manter minha barriga cheia -aru.